Depois do carnaval, chegou a nossa hora!

Depois de mais um carnaval,
em que a período de festas se completa,
mesmo que haja quem não queira
chegamos às cinzas de quarta-feira,
que é, como diz o poeta, o dia que “desce o pano”,
e, portanto, o dia que começa o ano
em que o ataque ao bem viver comum
e a quem vive do seu próprio trabalho,
pelo governo estelionatário
e o capital parasitário,
demanda de nós providências.
Nas ruas e no planalto, e em muitos outros palácios,
não somos feito palhaços, que existem para alegrar,
sofremos violações de direitos
e todo tipo de violência, daquelas que dão dor de chorar.
Nessa situação, só fazendo multidão
podemos exigir respeito e decência,
e neste ano de eleição
podemos não votar nos atuais eleitos,
muito menos nos da igreja do prefeito,
nos partidários da escola sem partido
e no extraordinário acéfalo candidato-mito.
É urgente frustrar a reforma da previdência,
limpar o congresso nacional,
tirar os vampiros da presidência,
desinfetar o supremo tribunal,
para acabar com corruptocracia.
Os imbecilizados de farda,
o esquerdismo elitista que se pensa vanguarda,
o jornalismo racista, os canalhas de toga-preta,
os empresários-bandidos que financiam essa treta
e seus políticos pau-mandados,
diante da multidão ficarão desesperados
e dilmais temerosos com a potência da antropofagia
que vai jogar o lixo pra fora,
barrar o peemedebismo,
eliminar o bolsonismo,
superar o lulismo
e fazer democracia.
Chegou a nossa hora!

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